segunda-feira, 18 de maio de 2015

Juiz liberta acusado de formar milícia, e homicídio em Afonso Bezerra/RN.

 
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Os PMs Wendel Fagner, o “Lagartixa”, e Rosivaldo Fernandes (foto) seriam os líderes da organização, segundo denúncia do Ministério Público do RNOs PMs Wendel Fagner, o “Lagartixa”, e Rosivaldo Fernandes (foto) seriam os líderes da organização, segundo denúncia do Ministério Público do RN
No dia 23 de março de 2013, no Assentamento Floresta 1, zona rural de Afonso Bezerra-RN, Michael Jackson da Silva Soares de 25 anos de idade foi assassinado foi morto com vários disparos de arma de fogo, na localidade onde morava com uma filha e seu pai.


No dia 19/04/2013 A Polícia Militar prendeu dois PMs acusados de homicídios. As prisões ocorreram dentro da operação denominada Força Tarefa. Os policiais presos, identificados como Wendel Fagner Cortez de Almeida e Rosivaldo Azevedo Maciel Fernandes, tinham mandados de prisão por este homicídio acima noticiado.

As prisões ocorreram na zona Norte pela Delegacia Especializada em Combate ao Crime Organizado (Deicor) e pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). O comandante da Polícia Militar no Rio Grande do Norte, coronel Francisco Canindé Araújo Silva, afirmou que os dois são policiais reformados, que tinham saíram da ativa.
E neste último dia (13) uma decisão colegiada da Justiça, mandou libertar 16 dos 18 acusados e denunciados da “Operação Hecatombe”, e que supostamente integram um grupo de extermínio responsável por ao menos 22 assassinatos. O colegiado de juízes que atuam neste processo - Francisco Gabriel Maia Neto, titular da 4ª Vara Criminal do Distrito da Zona Norte, e, ainda os Juízes Sandra Dantas Elali e Luiz Cândido Villaça -, entendeu que houve excesso de prazo na conclusão da instrução processual e que isso “eivou de ilegalidade as prisões de todos os acusados”, razão as custódias preventivas foram relaxadas. Os réus estão presos desde agosto de 2013.
Entre os acusados, há seis policiais militares, além de um ex-policial. A investigação que culminou com a prisão dos acusados é da Polícia Federal no Rio Grande do Norte. Na defesa de três dos envolvidos, o advogado criminalista Marcus Alânio, afirma que a decisão ocorre porque o Ministério Público Estadual demorou a concluir a instrução criminal. “Não se pode eternizar a prisão temporária. Houve uma demora excessiva, mesmo reconhecendo que são muitos acusados”, afirma o bacharel. Dois dos 18 réus já estavam liberados.
FONTE; www.noticiasrn.com/policial/

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