domingo, 10 de maio de 2015

Afonso Bezerra-RN: Alegando "erro" de digitação, prefeitura muda licitação e diminui a quantidade de pães a serem adquiridos.

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A hora é de se buscar crescer, chega de tantos erros!
A atual gestão enfrenta uma das piores crises, tudo graças a um suposto "erro" de digitação na mal famigerada licitação para aquisição da merenda escolar e demais gêneros alimentícios. Em face disto, a  atual gestão publicou uma NOTA DE ESCLARECIMENTO À IMPRENSA, que visa elucidar os fatos e demonstrar que jamais desejou adquirir a quantidade de pães (88.000kg), nem tampouco gastar R$ 871.200,00 em dinheiro público do nosso município  para pagar tal aquisição.

Na nota assinada pela senhora Kátia Souza (Chefe de Gabinete), a atual gestão tenta passar para população que tudo não passou de um simples erro, haja vista, que tudo já seria do conhecimento de todas as partes envolvidas, leia-se:  Pregoeiro Oficial, equipe de apoio e representantes das empresas que teriam participado do certame. Na nota, a Excelentíssima Secretária afirma que a retificação não fora feito à época  para não atrasar todo o ato licitatório. 

Em fim, a atual gestão deu suas explicações do fato e afirmou que nada foi feito para lesar o erário público da cidade Afonso Bezerra.

Porém, CONSIDERANDO que,  o Diário Oficial que continha a informação que gerou toda celeuma foi datado de 22 de abril de 2015, e que a atual gestão só tratou de rerratificar o ato em 04 de maio de 2015, cuja publicação se deu em 06 de maio de 2015 no Diário Oficial, ato ocorrido logo após a DENUNCIA do vereador Gustavo Bezerra, e da matéria publicada no Blog Fernando A Verdade. Registre-se, que a denuncia ocorreu sem que  tenha  havido qualquer manifestação por parte da bancada de apoio da gestão, que estava presente na última sessão da câmara municipal de Afonso Bezerra, que ocorreu no dia 04 de maio de 2015. 

CONSIDERANDO que, o suposto "erro" não foi publicizado e/ou mesmo alertado aos vereadores que dão apoio a atual gestão, até como forma de se evitar juízo de valor e cobranças, seja de ordem política, moral e até para se prevenir possíveis danos a imagem das empresas participantes do referido certame. Tudo isso em face, de que o ato licitatório está previsto em lei, e jamais será um encontro de amigos, ou de um mero compadrio entre as partes interessadas. Tudo deve ser feito dentro dos ditames da lei e das regras contidas na Lei 8666/93.

Vimos que, no afã de se dar prosseguimento ao ato licitatário, a atual gestão faltou com o dever de cuidado, e deu publicidade via Diário Oficial de um ato sabidamente eivado de vicio, vindo a rerratificar o mesmo tão somente quando se viu dentro de um turbilhão de cobranças e num emaranhado de desconfiança da população afonsobezerrense. A gestão municipal falhou em sua comunicação, deixou seus aliados a ver navios e meteu as empresas na vala comum, dando margem a todo tipo de pensamento e de  cobranças, lamentável!

O vereador Gustavo Bezerra (PDT), cumpriu seu papel de forma brilhante, de posse de uma informação oficial, tendo feito seus estudos, suas contas e seus contatos, levou o assunto a casa do povo, lugar e foro apropriado para se discutir  assuntos de relevante interesse político e social. O edil externou toda sua indignação, e com o silêncio "ensurdecedor" da bancada governista, passou  a denunciar e a cobrar respostas do ente público, leia-se Prefeitura Municipal de Afonso Bezerra. Fez tudo dentro de suas prerrogativas de vereador e fiscal do povo. 

De posse da mesma informação oficial, tendo feito estudos, contas e contatos, resolvi (Josemberg Santos) fazer a matéria que denunciaria aquilo a quem muitos passou a chamar de "O escândalo da multiplicação dos pães", tudo dito levando em consideração o DIÁRIO OFICIAL, sem jamais termos usado a má-fé ou  o simples desejo de denegrir a imagem de ninguém, seja lá quem for.

Do que foi dito, não mudo uma vírgula, não apago um parágrafo, tudo foi feito com o intuito de defender o erário público e o povo de Afonso Bezerra. Seguirei na trincheira da vigilância, dentro das regras democráticas, saibam todos que uma oposição atuante faz com que, atos desta natureza não se repitam, que a coisa pública seja tratada com esmero, e com a devida atenção.  

Espero que a gestão do prefeito Jackson Bezerra amadureça, afinal, ela caminha para o seu fim, não vamos querer passar o carro na frente dos bois. Nós da oposição não tergiversaremos na missão de fiscalizar, defender, denunciar, e acima de tudo resguardar o interesse maior da população de nossa cidade. Ao Rei tudo, menos a honra!

Aos esquentadinhos, 

Não se desqualifica uma DENUNCIA séria e baseada em ato oficial tentando se desqualificar oDENUNCIANTE, deve-se na realidade é se elucidar os fatos, pois o interesse de nossa terra está acima dos interesses de qualquer pessoa , grupo econômico e/ou político. Estamos desprovidos de medo, nossa consciência está tranquila, a alma limpa,  as mãos e os olhos aguçados. Tudo em defesa de nossa cidade. 

Aproveito para agradecer as centenas de pessoas que acessão nossas matérias, sei que muitos gostam de ouvir e ler só o que acham bom aos seus olhos e ouvidos. Nem sempre conseguirei agradar a todos, escrevo com o coração, defendo as coisas que acredito. A verdade choca a muitos!

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JOSEMBERG SANTOS

Pra Não Dizer Que 

Não Falei Das Flores


Geraldo Vandré

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição
De morrer pela pátria
E viver sem razão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Fonte: A Verdade

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