Um grupo de empresas investigadas na operação Lava Jato por corrupção
teria sido responsável pelo pagamento de R$ 10 milhões ao ex-presidente
Lula. Esse montante representa 37% do total de R$ 27
milhões do faturamento registrado da LILS, empresa que leva as iniciais
do ex-presidente e gerencia as palestras realizadas pelo político.
As empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e Camargo Corrêa
encabeçam a lista. As informações foram publicadas na edição desta
semana da revista Veja.
No dia 15 de junho, a PF (Polícia Federal) registrou em um grampo uma
conversa entre o ex-presidente Lula e o executivo da Odebrecht
Alexandrino de Salles Ramos Alencar. No diálogo, realizado quatro dias
antes de Alencar ser preso na Lava Jato, Lula aponta estar preocupado
com “assuntos do BNDES”. O alvo do grampo era o executivo, e não o
ex-presidente.
Lula registra diversas viagens realizadas com Odebrecht e Camargo
Corrêa para diversos países da América Latina e África em busca de novos
negócios para as empreiteiras.
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