A Honda, fornecedora da McLaren em 2015, ganhou a batalha para desenvolver o seu motor ao longo da temporada. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) voltou atrás em uma decisão anterior que permitia que Mercedes, Renault - parceira da Red Bull - e Ferrari atualizassem seus motores e excluía a Honda. A entidade considerava que a ausência da empresa japonesa na Fórmula 1 em 2014 – a fornecedora volta à categoria após seis anos fora – dava liberdade para o desenvolvimento do motor, enquanto as rivais tiveram o propulsor congelado.
Irritados, os dirigentes da Honda se sentiram desfavorecidos e mostraram o descontentamento em uma reunião com a cúpula da FIA. Agora, receberam autorização para desenvolver o novo motor dentro dos limites estabelecidos pela entidade.
O regulamento definiu que Mercedes, Renault e Ferrari podem mudar até 48% dos motores que eles usaram em 2014 até o final de 2015. Isso é definido por um número de fichas, unidades que são atribuídas às partes do motor com base em sua influência sobre o desempenho.
De um total de 66 fichas, Mercedes, Renault e Ferrari têm permissão para modificar 32 ao longo do ano. O número de fichas da Honda ainda não foi divulgado. (Terra)
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