Quando
se fala em pecuária, o manejo correto do gado é indispensável. Porém,
para se ter um resultado lucrativo, é essencial que a raça criada
consiga se adaptar às adversidades do clima, do terreno e,
principalmente, ser dócil.
Felizmente, os
pecuaristas que lidam com o Sindi não têm problemas com isso.
Felizmente, os
pecuaristas que lidam com o Sindi não têm problemas com isso.
A
docilidade, rusticidade, adaptação e alta conversão alimentar são
algumas das características que levaram criadores dos quatro cantos do
Brasil a investirem na criação da carne Sindi.
Originário
do Paquistão, este zebu chegou no Brasil em 1930 e se fortaleceu na
década de 50. Considerada uma das mais antigas raças do mundo, o Sindi
se adaptou facilmente no Brasil em virtude da sua extraordinária forma
de transformar pasto “pobre” em proteína vermelha.
Adáldio
Castilho, um dos maiores criadores da raça no Brasil, entende que o
Sindi é extremamente vantajoso justamente por sua docilidade e alta
heterose quando cruzado com outro zebu, ou até mesmo com raças
europeias. Além disso, sua dupla aptidão traz resultados ótimos quando
se quer antecipar o abate, pois o leite produzido é utilizado para o
ganho de peso dos bezerros, que chegam a ser desmamados com mais de
230kg.
O
sindi produz muita carne e o rendimento da carcaça é extraordinário. Em
nossos abates técnicos, em frigoríficos variados, percebemos
aproximadamente 60% de rendimento, num animal com 100 dias de cocho,
afirma Castilho.
Fonte: http://www.marceloabdon.com.br/
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